Oficina “Marcas de proveniência bibliográfica: da teoria à prática”

Oficinas: “Marcas de proveniência bibliográfica: da teoria à prática”, com Alissa Esperon Vian, dia 18/05 às 15 horas.

O evento tem vagas limitadas e integra a Semana Nacional dia Museus 2022.

Ex-líbris: práticas biblioteconômicas

O evento Ex-líbris: práticas biblioteconômicas faz parte do Mês da Bibliotecária e do Bibliotecário de 2022 e é uma parceria da Biblioteca Nacional de Brasília com a Biblioteca Central da UnB em que serão apresentadas atuações diferenciadas de profissionais com o Ex-Líbris.

Contará com a participação do bibliotecário Raphael Diego Greenhalgh (BCE/UNB) e das bibliotecárias Márcia Carvalho Rodrigues (FURG) e Mary Komatsu (Caçadora de ex-libris) e a mediação da bibliotecária da BNB Mariana Giubertti.

O evento será transmitido ao vivo pelo canal da BNB, em https://youtu.be/5C4exh3xYjg.

Segue o link da apresentação Marcas de proveniência como objeto de estudo da Biblioteconomia: ex-líbris em foco, da professora Marcia Rodrigues: https://bit.ly/3tvHxjN.

Com todas as licenças necessárias!

LICENÇA – Autorização concedida por entidades civis ou religiosas para publicar certos textos. Approbatio. Imprimatur.

(FARIA; PERICÃO, 2008, p. 739)

A partir da criação da imprensa, no século XV, a produção de livros e folhetos passou a desenvolver-se como nunca antes na história. O volume de publicações produzidas deu um salto (obviamente, precisamos compreender esse “salto” dentro do contexto histórico, pois não é possível comparar os números dessa época com os dos dias de hoje), o que causou profunda preocupação nos governantes, receosos dos impactos que a ampliação na difusão de ideias causaria no seu povo.

Como uma alternativa ao controle sobre a circulação de ideias, surgem as licenças, ou privilégios: permissões dadas por entidades religiosas, políticas e civis, que visavam ao controle da impressão e circulação de impressos.

Um livro que não obtivesse todas as licenças necessárias não poderia ser impresso. As penalidades impostas àqueles que ousassem burlar o sistema incidiam sobre autores, impressores e leitores: punições severas poderiam ser aplicadas, indo desde o pagamento de multas, confisco de bens, prisão e, em alguns casos, até mesmo a pena de morte. Isso acabou gerando um sistema paralelo de produção de impressos com licenças falsificadas: as edições contrafeitas e clandestinas.

Muitos países puseram em prática mecanismos de censura e controle sobre a circulação de impressos, por meio de tribunais da Inquisição. Portugal, por exemplo, formalizou esse mecanismo mediante a criação de um sistema tríplice de censura: “[…] o Ordinário (juízes eclesiásticos ligados às dioceses, em atuação desde 1517), o Tribunal do Santo Ofício (organismo ligado à Igreja, em funcionamento desde 1536) e o Desembargo do Paço (órgão censor ligado ao poder régio, atuante a partir de 1576).” (ABREU, 2009, p. 2). Este sistema tríplice era responsável por examinar livros submetidos à apreciação e conceder, ou não, as licenças eclesiásticas necessárias à sua impressão. Na segunda metade do século XVIII, o sistema passou por revisão, quando se resolveu reunir as três repartições em uma única autoridade: a Real Mesa Censória. Esta, mais adiante, passou a denominar-se Real Mesa da Comissão Geral para o Exame e a Censura dos Livros. (ABREU, 2009).

Para que um autor pudesse imprimir o seu livro, deveria obter as seguintes licenças eclesiásticas:

a) se o autor fosse membro de uma ordem religiosa, o Superior dessa Ordem concederia o Imprimi potest (tradução: Pode ser impresso);

b) depois disso, o livro passaria pela revisão do censor da diocese, que concederia o Nihil obstat (tradução: Nada obsta);

c) por fim, o Bispo concederia o Imprimatur (tradução: Pode imprimir-se). “[…] licença de publicação concedida por uma autoridade eclesiástica ou secular, geralmente impressa no verso da folha de rosto de um livro, indicando o nome do licenciante e a data em que foi concedida.” (REITZ, 2004, p. 351).

Quanto à sua classificação, as licenças eclesiásticas podem ser divididas em:

a) Licença do Santo Ofício: era a licença concedida pela Inquisição. “Era de longe a mais rigorosa e aquela que exigia um exame mais minucioso por parte do Santo Ofício, passando por vários examinadores, que liam e reliam o texto, de modo que não houvesse qualquer palavra que pudesse ter uma interpretação controversa ou menos ortodoxa.” (FARIA; PERICÃO, 2008, p. 740);

b) Licença da Congregação: era uma licença concedida pela autoridade máxima (Geral) da Congregação à qual o autor da obra submetida pertencia (FARIA; PERICÃO, 2008);

c) Licença da Ordem: era uma licença concedida ao autor por um superior da Ordem (semelhante à Licença da Congregação) (FARIA; PERICÃO, 2008);

d) Licença do Ordinário: era a licença concedida pelo Bispo, permitindo que a obra fosse impressa (FARIA; PERICÃO, 2008).

Além da necessidade de obter as licenças eclesiásticas, havia o controle do poder político sobre a circulação de livros, que também emitia licenças de impressão aos autores: a Licença do Paço era uma licença concedida pela autoridade política “[…] às obras que não apresentassem qualquer ideia que fosse contra o poder estabelecido.” (FARIA; PERICÃO, 2008, p. 740).

No Brasil, o controle sobre a circulação de impressos é anterior à chegada da Família Real. Tanto é assim, que basta lembrar a história da apreensão da oficina tipográfica de António Isidoro da Fonseca, no Rio de Janeiro: “Data de 10 de Maio de 1747 a ordem régia de João V na qual manda executar o sequestro de todas as letras de imprensa que se encontrassem no estado do Brasil, inviabilizando quaisquer licenças.” (HEITLINGER, 2007).

A Impressão Régia, imprensa oficial brasileira, fundada em 1808, foi acompanhada da criação da Mesa do Desembargo do Paço. “Dessa forma, a partir da instalação da Família Real, para imprimir uma obra no Rio de Janeiro era necessário obter licenças do Ordinário e do Desembargo do Paço. Diferentemente do que ocorria em Portugal, não era necessário obter autorização do Santo Ofício, pois, a partir de 1810, sua atuação no Brasil foi suspensa devido ao Tratado de aliança e amizade entre Inglaterra e Portugal.” (ABREU, 2009, p. 9).

O livro “Vozes saudosas, da eloquencia, do espirito, do zelo, e eminente sabedoria do Padre Antonio Vieira, da Companhia de Jesus, …”, foi publicado em Lisboa, na oficina tipográfica de Miguel Rodrigues, em 1736, e apresenta todas as licenças necessárias.

Licença da Congregação. Créditos da imagem: Marcia Rodrigues (2022).

Licença do Santo Ofício. Créditos da imagem: Marcia Rodrigues (2022).

Licenças do Ordinário e do Paço. Créditos da imagem: Marcia Rodrigues (2022).

Licença da Academia Real de História Portuguesa. Créditos da imagem: Marcia Rodrigues (2022).

O exemplar fotografado faz parte da coleção de obras raras da Biblioteca Rio-Grandense (Rio Grande, RS). Uma versão digitalizada desta mesma obra está disponível na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4579.

Referências:

ABREU, Marcia. A liberdade e o erro: a ação da censura luso-brasileira (1769-1834). Fênix: revista de história e estudos culturais, Uberlândia, v. 6, n. 3, p. 1-23, jul./set. 2009. Disponível em: https://www.revistafenix.pro.br/revistafenix/article/view/191. Acesso em: 4 mar. 2022.

FARIA, Maria Isabel; PERICÃO, Maria da Graça. Dicionário do livro: da escrita ao livro electrónico. Coimbra: Almedina, 2008.

HEITLINGER, Paulo. A primeira imprensa no Brasil. In: HEITLINGER, Paulo. Tipografos.net. [S. l. : s. n.], 2007. Disponível em: http://tipografos.net/historia/imprensa-no-brasil.html. Acesso em: 4 mar. 2022.

REITZ, Joan M. Dictionary for library and information sciencie. Westport, Connecticut: Libraries Unlimited, 2004.

Retrospectiva 2021… e o desejo de um 2022 incrível!

Final de ano chegando, momento de refletir sobre o que passou, de rever as metas propostas no início do ano e de planejar o futuro.

2021 foi um ano de desafios, tanto por conta da pandemia de Covid-19, que não acabou, como também pelas adversidades nos campos político, econômico, social e cultural pelas quais vem passando nosso país. Somem-se a isso pequenos percalços e dificuldades que ocorrem no caminho de qualquer pesquisador, tais como problemas técnicos (manutenção de servidor, falhas na Internet etc.) e humanos… Passamos por situações embaraçosas, decorrentes da má conduta de pesquisadores da área: provocações em lives e eventos on-line; comentários difamatórios e sem fundamento sobre o nosso trabalho em redes sociais; não recebimento de links para participação em eventos da área, nos quais alguns de nossos pesquisadores estavam inscritos; a eliminação de comentários realizados por nosso pesquisadores e/ou bolsistas em chats de eventos on-line e redes sociais; a tentativa de apagamento das nossas ações, como quando recebermos a notícia, por e-mail, de que o site Proveniência Bibliográfica estava sendo retirado da lista de recursos on-line do Consortium of European Research Libraries – CERL, sob a alegação de que seria “prematuro listá-lo entre os outros recursos atualmente disponíveis para pesquisa de proveniência”.

Apesar dos contratempos, no balanço dos fatos, chegamos ao final desse ano com mais coisas a agradecer do que a lamentar. Buscamos realizar o nosso trabalho de forma honesta, ética, com os pés-no-chão e sem inflar os nossos egos. O reconhecimento de nosso trabalho é uma consequência, e esta sempre chega no momento certo. Enquanto grupo de pesquisa, estamos nos fortalecendo, ganhando experiência, ampliando o leque de nossas ações, aprendendo com as adversidades.

Elaboramos uma retrospectiva das principais ações realizadas pelo GEPIM no ano de 2021 e iremos apresentá-la aqui.

1) Publicamos o “Glossário Ilustrado de Marcas de Proveniência”, organizado e compilado pelas pesquisadoras Marcia Carvalho Rodrigues, Alissa Esperon Vian, Mariana Briese da Silva e Luise de Oliveira Rodrigues, sob a coordenação da primeira. O Glossário, inédito no Brasil, traz uma lista de termos (descritores e não descritores) que constituem o jargão específico da área da Proveniência no contexto da História do Livro, focalizando, especialmente, as evidências internas de proveniência, ou seja, diferentes tipos de marcas. Além dos descritores, o Glossário apresenta as suas definições, relações com outros termos, ilustrações que exemplificam as definições dadas e os seus equivalentes nos idiomas inglês, francês e espanhol. Por meio da Figura 1, é possível observar a estrutura de um descritor.

Figura 1 – Estrutura do descritor “Anotação”

2) Sob a curadoria de três bibliotecárias: Alissa Esperon Vian (pesquisadora do GEPIM-FURG), Juccia Nathiele (autora do @vidadebibliotecario) e Mary Komatsu (autora do canal @cacadora_de_exlibris) foi lançada, em março, a exposição virtual “Ex-líbris: olhares mas bibliotecas”.

3) Publicamos o e-book “Marcas de proveniência bibliográficas: um estudo sobre os ex-líbris” (Alissa Esperon Vian e Marcia Carvalho Rodrigues) e os artigos “Desenvolvimento de um sistema de armazenamento e reconhecimento de marcas de proveniência em acervos bibliográficos” (Marcia Carvalho Rodrigues, Alissa Esperon Vian, Heytor Diniz Teixeira, Eduardo Nunes Borges e Mateus Alves Prado), na revista portuguesa Páginas a&b; “Ex-líbris: um novo momento de apreciação” (Marcia Carvalho Rodrigues/GEPIM-FURG e Raphael Diego Greenhalgh/UnB), na revista Biblioo.

3) Participamos de lives no canal da Caçadora de Ex-líbris: Bate papo sobre o livro “Marcas de proveniência bibliográficas: um estudo sobre os ex-líbris” (Alissa Esperon Vian e Marcia Carvalho Rodrigues); Live de lançamento da exposição virtual “Ex-libris: olhares na biblioteca” (Alissa Esperon Vian/GEPIM-FURG, Juccia Nathiele e Mary Komatsu); Marcas de proveniência no acervo raro da Biblioteca Rio-Grandense: estudo sobre os ex-libris presentes nos livros publicados entre os séculos XVI, XVII e XVIII (Alissa Esperon Vian); Glossário Ilustrado de Marcas de Proveniência: trajetória e desafios (Marcia Carvalho Rodrigues, Alissa Esperon Vian, Mariana Briese da Silva e Luise de Oliveira Rodrigues).

4) Apresentamos trabalhos em eventos científicos da área: XIV Encontro Nacional de Acervo Raro (“O contexto regional como critério balizador de raridade bibliográfica”, apresentado por  Naillê de Moraes Garcia); XX Mostra da Produção Universitária da FURG (“Sistema de Armazenamento e Reconhecimento de Marcas de Proveniência”, apresentado por Mateus Alves Prado; “Glossário ilustrado de marcas de proveniência: uma necessidade emergente”, apresentado por Alissa Esperon Vian; “Glossário ilustrado: apresentando marcas de proveniência”, apresentado por Luise de Oliveira Rodrigues; “Marcas de propriedade: um estudo sobre os ex-líbris”, apresentado por Alissa Esperon Vian).

5) Participamos de eventos científicos da área, na qualidade de palestrantes: Semana Universitária da UNB: “Acervos raros e as universidades: possibilidades de ensino, pesquisa e extensão” (Marcia Carvalho Rodrigues); I Simpósio Gaúcho de Bibliotecas Públicas: “Critérios de identificação de obras raras” (Marcia Carvalho Rodrigues).

Somos muito gratos pelo ano de 2021, pelos aprendizados, parcerias, amizades e incentivos.

Desejamos um excelente final de ano a todos, com muitas alegrias junto a seus familiares e entes queridos.

Que em 2022 tenhamos muita saúde, paz, empatia e respeito uns pelos outros!

Glossário de Marcas de Proveniência

Os estudos de proveniência, no âmbito da Biblioteconomia, são relativamente recentes no Brasil. Geralmente associados a coleções especiais de obras raras, tais pesquisas envolvem, entre outras questões, a identificação e descrição de marcas ou indícios deixados nos livros por pessoas e/ou instituições que tiveram contato com o mesmo ao longo de sua história, tais como antigos proprietários, leitores, censores, bibliotecas e comerciantes. Desta forma, as marcas deixadas em um livro impresso ou manuscrito podem ter sido produzidas por diferentes pessoas, em diferentes contextos e circunstâncias, para cumprir diferentes propósitos.

Tendo em vista a ampla variedade de tipos de marcas de proveniência, bem como a escassez de recursos em língua portuguesa sobre o tema, propôs-se a elaboração de um glossário de tipos de marcas de proveniência, enriquecido com ilustrações.

O Glossário Ilustrado de Marcas de Proveniência foi organizado e compilado pelas pesquisadoras Marcia Carvalho Rodrigues, Alissa Esperon Vian, Mariana Briese da Silva e Luise de Oliveira Rodrigues, sob a coordenação da primeira. O projeto integra um conjunto de pesquisas sobre o tema da proveniência no âmbito da Biblioteconomia, as quais vem sendo realizadas desde 2019 pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em informação e Memória – GEPIM, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).

A fase 1 da proposta, desenvolvida entre os meses de janeiro e junho de 2021, teve como metas identificar as fontes, selecionar os termos (corpus inicial) e dar início à criação dos registros.

A fase 2, que ocorre de julho de 2021 até agosto de 2022, tem como metas finalizar o registro dos dados, tornar o Glossário público (disponível para consulta na Internet) e ampliar o corpus inicial.

As duas primeiras metas da fase 2 foram concluídas e, em 22 de outubro de 2021, o Glossário foi disponibilizado ao público. A partir dessa data, o grupo prossegue trabalhando na ampliação do corpus inicial.

Para a construção do Glossário, utilizou-se o o software Tesauro Semântico Aplicado – THESA, de acesso aberto.

Clique aqui para conhecer e consultar o Glossário Ilustrado de Marcas de Proveniência.

Live “Marcas de proveniência no acervo raro da Biblioteca Rio-Grandense”

No dia 17 de junho, às 18h, a pesquisadora Alissa Vian apresentou a pesquisa “Marcas de Proveniência no Acervo Raro da Biblioteca Rio-Grandense: estudo sobre os ex-libris presentes nos livros publicados entre os séculos XVI, XVII e XVIII”, desenvolvida no ano de 2019.

A live ocorreu no Canal do YouTube Caçadora de Ex-Libris. Clique aqui para assistir.

Marcas de proveniência bibliográficas: um estudo sobre os ex-libris

Acaba de ser lançado o e-book de acesso aberto Marcas de proveniência bibliográficas: um estudo sobre os ex-libris, de autoria de Alissa Vian e Marcia Rodrigues, ambas pesquisadoras do GEPIM/FURG.

O livro está disponível para download no Repositório Institucional da FURG, no seguinte endereço: http://repositorio.furg.br/handle/1/9360.

CERL Online Provenance Resources

Com muita alegria informamos que o nosso Projeto de Pesquisa em Proveniência passou a compor a lista Online Provenance Resources, do Consourtium of European Research Libraries – CERL (Consórcio de Bibliotecas Europeias de Investigação). Trata-se do primeiro projeto brasileiro sobre o tema a integrar a lista de recursos.

O CERL é um consórcio de bibliotecas de pesquisa, localizadas, em sua maioria, na Europa, que busca facilitar o acesso à informação para pesquisadores da história do livro, disponibilizando recursos on-line, incluindo a base de dados Heritage of the Printed Book – HPB (Patrimônio do Livro Impresso), o CERL Thesaurus, o Material Evidence in Incunabula e a página Provenance Information (Informação de Proveniência).

Ficamos imensamente gratos pelo reconhecimento do nosso trabalho!

Participação nos Encontros On-line Acervos Especiais/UFMG

Dia 11 de novembro estaremos participando dos Encontros On-line Acervos Especiais, promovidos pela Divisão de Coleções Especiais e Obras Raras do Sistema de Bibliotecas da UFMG.

Tema: Repositórios Digitais e Coleções Especiais

Palestrantes:

– Júlia Rocha – Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais

– Marcia Rodrigues – Instituto de Ciências Humanas e da Informação da Universidade Federal do Rio Grande

Link para inscrição: https://forms.gle/YdtcRD96tSTesRRB6

Mais informações sobre os encontros podem ser obtidas em https://cerrado.bu.ufmg.br/bu/index.php/noticiais/1496-comecam-nesta-quarta-feira-os-encontros-on-line-dos-acervos-especiais-deste-mes-de-novembro

Apresentação no ConfOA 2020

Dia 06/10, a partir das 14h30 (horário de Portugal = 10h30 horário de Brasília), estaremos apresentando o trabalho intitulado Desenvolvimento de um Sistema de Armazenamento e Reconhecimento de Marcas de Proveniência em Acervos Bibliográficos, na sessão Pecha Kucha II.

Segue link da programação completa do ConfOA 2020: https://confoa.rcaap.pt/2020/programa